quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Morro do Pilar corre risco com empreendimento minerário

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Morro do Pilar sob ameaça



A cidade do Morro do Pilar, em Minas Gerais, vive um tempo de grande sobressalto. A empresa mineradora Manabi pretende explorar minério de ferro no município vizinho de Conceição do Mato Dentro, que está sendo arrasado pela exploração mineral. É um filme conhecido e triste, muito triste.

- A gente fez um parecer, que subsidiou uma recomendação do Ministério Público Federal para que as atividades minerárias da Manabi fossem paralisadas. E, mesmo assim, o órgão ambiental de Minas Gerais não acatou o pedido do MPF – disse Klemens Augustinus Laschefski, professor de ecologia política na Universidade Federal de Minas Gerais, que fez o laudo junto com as professoras Andrea Zhouri, Ana Flávia Santos, do Grupo Gesta, da UFMG.

A Manabi Holding S.A foi criada em 2011. A empresa parece ser frágil no que se relaciona à capacidade de geração de recursos para investimento fixo e capital de giro. Não por acaso, a Manabi fez algo pouco usual. Em seu estatuto social, a empresa atribuiu direito de voto aos detentores de ações nominativas preferenciais. Por isso, também ganham importância os outros acionistas como o Ontario Teachers’ Pension Plan (Plano de Pensão dos Professores da Província de Ontário) e o Korea Investment Corporation (Fundo Soberano da Coréia do Sul) O projeto da Manabi consiste em um complexo mina – mineroduto – porto para extração, beneficiamento, transporte e exportação de minério de ferro. O projeto é muito semelhante ao Projeto Minas-Rio, cuja mina foi implantada em Conceição do Mato Dentro. O porto para escoar a produção será em Linhares, no Espírito Santo. A ligação entre os dois será feita por um mineroduto que cortará 23 municípios, o que, como sempre, vai gerar um enorme impacto sobre as população e o meio-ambiente.

O licenciamento da mina está sendo feito pelo governo do estado de Minas Gerais ; O mineroduto e o porto passarão pelo processo de licenciamento do IBAMA. O projeto visa a operar por 20 anos e extrair mais de 125 milhões de tonelada. A perspectiva é de que a cidade de Morro do Pilar viverá o caos.

- O Estudo de Impactos Ambientais relativo à mina, apresentado à SUPRAM (órgão ambiental de Minas), aponta a inexistência de comunidades tradicionais e comunidades remanescentes de quilombo nas Áreas de Influência Direta (AID) e Áreas Diretamente Afetadas (ADA) dos respectivos empreendimentos. Por outro lado, a presença de remanescentes de quilombo foi identificada pela vistoria da própria SUPRAM no local. Da mesma forma, durante o processo de licenciamento do projeto Minas-Rio, o Ministério Público também identificou comunidades tradicionais em locais definidos como Áreas de Influência Indireta do Projeto Manabi – disse o engenheiro Bruno Milanes. da Universidade Federal de Juiz de Fora. Em Morro do Pilar, as violações são semelhantes às vistas em outros empreendimentos minerais.

Há desconsideração das limitações fundiárias na região para reassentamento. E, como existem diferentes unidades de conservação de proteção integral e de uso sustentável no município de Morro do Pilar, diminuiu a disponibilidade de terras adequadas ao remanejamento de pessoas a serem desapropriadas pelo empreendimento. Todo esse clima de insegurança se soma ao fato de a região já estar sofrendo forte processo de especulação imobiliária devido à implantação do Projeto Minas-Rio no município de Conceição do Mato Dentro, o que deverá tornar o processo de realocação de moradores ainda mais problemático.

A forma como o licenciamento do Projeto Morro do Pilar vem sendo conduzido até o momento demonstra que o governo do estado pouco aprendeu com a experiência da instalação do Projeto Minas-Rio em Conceição do Mato Dentro. O processo de licenciamento tem elementos de uma tragédia anunciada. Mais uma vez vemos órgãos ambientais fragilizados sem a necessária capacidade institucional,  tendo que avaliar projetos de alta complexidade social e ambiental. Ao mesmo tempo, há agentes políticos que desconsideram questões sociais e ambientais e focam apenas nos resultados econômicos de curto prazo. O envolvimento de representantes de organizações ambientalistas que possuem parcerias com mineradoras sugere a possibilidade de conflitos de interesse que não são explicitados.

O projeto tem todas as características de um enclave e, se for aprovado, o que se verá é a qualidade de vida na região declinar rapidamente com a chegada de um contingente de trabalhadores duas vezes maior que a população atual de Morro do Pilar. Essa concentração de trabalhadores, quase todos do sexo masculino e jovens, muito provavelmente fará aumentar no curto prazo problemas associados à violência e uso do álcool. No médio prazo, assim como em vários outros municípios mineradores, provavelmente veremos o processo de monotonização econômica com uma parte considerável da economia e dos empregos tornando-se dependente de um recurso natural não renovável cujo preço possui alta volatilidade.

Isso quer dizer que, nos momentos de queda de preço do minério de ferro no mercado internacional, a economia local provavelmente entrará em crise, como vimos acontecer em diferentes localidades em Minas Gerais e Pará na crise de 2008.

- O órgão ambiental de Minas está tendo uma atitude intransigente ao não parar o o empreendimento, que viola marcos institucionais importantes. Como pode um órgão como a Supram liberar algo que não vai poder, por falta de estrutura, fiscalizar? –questiona Andrea Azoury.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Novo vídeo revela a tragédia anunciada em Conceição do Mato Dentro.



Gostaria de convidar todos os meus leitores, em especial os meus conterrâneos de Conceição do Mato Dentro-cidade que vem sofrendo graves impactos provocados pela mineradora Anglo American-  para que assistam ao novo vídeo "Conceição, guarde nos olhos IV".

O vídeo é emocionante e revela a triste situação que moradores rurais de Conceição do Mato Dentro vivem hoje na área da mineração da Anglo American. É importante que todos assistam ao vídeo do princípio ao fim para conhecerem a realidade dessas pessoas que são totalmente "invisíveis" para a sociedade e gestores públicos. Pessoas simples que merecem todo nosso apoio e respeito pela resistência,  coragem e pelo enfrentamento dessa realidade caótica a que estão submetidas.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Aprenda como escolher um bom azeite.






Existem milhares de marcas e opções nas prateleiras dos mercados, e na hora de comprar um bom azeite fica aquela confusão. A maioria acaba escolhendo pelo valor e muitas vezes acaba saindo em desvantagem com essa atitude.

O Azeite de Oliva é um aliado importante para nossa saúde, pois ele possui o que os nutricionistas chamam de gordura do bem, além de dar um gostinho especial nos pratos, ele reduz o risco de doenças no coração, controla o nível do colesterol e a pressão arterial. Tudo isso graças aos agentes antioxidantes e também ajuda a combater o câncer e a arterioscleroses.

Eu particularmente prefiro comprar azeites em embalagens de vidro ou plástico (o ideal são os de embalagem escura), pois a lata oxida com o tempo e ferrugem não é bom pra saúde. Mas independente disso, vou dar algumas dicas que encontrei para na próxima compra, você escolher o azeite perfeito para você e seu bolso!

Tipos de Azeites:
Virgem: Não passou por nenhum tipo de refinamento químico, por isso preserva seus nutrientes naturais e é o mais indicado. Combina perfeitamente com saladas.
Refinados: Obtido do azeite virgem, ele possui menor acidez e o processo de refinamento faz com que ele perca gosto, textura, cor e aroma, além das vitaminas e nutrientes.
Composto: É uma mistura do azeite refinado com outros óleos como o de soja, esse é aquele de menor preço e muitas vezes nem nos damos conta que não estamos levando azeite para casa, ele não possui o gosto nem características do azeite virgem fazendo sua qualidade cair muito.

Uso do Azeite: Eu uso em tudo que faço, refogar arroz, temperar saladas, fazer massas e em tudo que costumava usar o óleo de soja agora troco por azeite. Ele agüenta bem o calor, então não fica tão saturado quanto o óleo convencional.


Escolhendo o Azeite:

Leia a embalagem veja a origem do azeite se ele for produzido na Ilha da Sicília na Itália seu sabor é mais suave e delicado, por muitas vezes adocicado, quando comparado com os Espanhóis que possuem um gosto mais picante e amargo.
Esqueça aquela historia de que Azeite envelhecido é melhor, muito pelo contrario quanto mais antigo ele for mais ele perde suas propriedades e características.
As cores do azeite podem variar de amarelo ao esverdeado, o que não interfere na sua qualidade, porém cuidado com o incolor, esses já estão velhos demais.


Como Usar: Em pratos com carnes brancas e legumes pedem um azeite mais suave. Já em carnes vermelhas e bacalhau pede um azeite mais forte e marcante.

Crie novos sabores: O legal do azeite é que você pode criar seu próprio sabor, compre um azeite virgem e adicione alho, alecrim, manjericão, faça ao seu modo e veja que delicia e tantos novos sabores você pode criar.

Agora não tem mais como errar! Mas se ficar na dúvida, a dica é comprar a menor embalagem que achar do azeite para experimentar, só assim você vai saber o que mais lhe agrada.



Afinal, aquecer o azeite faz mal?


Especialista explica que o uso desse produto na hora de se preparar uma refeição que vai ao fogo ou ao forno não gera nenhum efeito negativo




Quem nunca ouviu dizer que azeite, quando utilizado na panela para refogar cebola e alho, faz mal à saúde? Essa cultura perdura há anos no Brasil e segundo pesquisa encomendada pela indústria de de beneficiamento de azeitonas, cerca de um terço dos consumidores entrevistados ainda não esquentam o produto, restringindo seu uso à finalização de pratos e ao tempero de saladas. A crendice popular é que ao ser aquecido, o azeite se transforma em gordura saturada, o que faz mal à saúde. Isso não passa de um mito, segundo especialistas. Ao esquentar esse óleo, ele se mantém íntegro e continua com suas propriedades, que ajudam a combater o mau colesterol.

Segundo o nutrólogo Carlos Alberto Nogueira de Almeida, da Associação Brasileira de Nutrologia, ao analisar o comportamento do azeite durante a fritura, é possível concluir que se trata do óleo que apresenta maior estabilidade no processo oxidativo, mantendo rica sua composição de ácido oleico e contribuindo para redução do colesterol LDL (considerado ruim), sem afetar o HDL ( que é o colesterol bom), permitindo o equilíbrio entre os dois no organismo.

O especialista também relata que estudos realizados pelo departamento de agricultura da universidade de Nápoles, na Itália, concluíram que o aquecimento do azeite não leva à formação de produtos tóxicos, pois suas propriedades naturais inibem sua formação. A manutenção das propriedades originais do óleo fica em torno de 80%.

"É importante salientarmos que mesmo após o aquecimento em condições de uso doméstico, o azeite não sofre mudanças significativas em seu perfil de ácidos graxos, que são os nutrientes básicos de um lipídeo. Cabe ainda destacar que não ocorre formação de gordura trans ou saturada quando exposto nas temperaturas recomendadas, desmistificando assim a crença popular", diz Carlos Alberto Almeida.

A dieta dos países mediterrâneos – como Grécia e Espanha –, considerada como uma das mais saudáveis do mundo, usa o azeite como ingrediente base da maioria dos pratos, do preparo à finalização. Para se ter uma ideia, portugueses consomem em média 7 litros do produto ao ano, por pessoa. Os espanhóis consomem 12 litros per capita, por ano, e os gregos chegam a 20 litros. Claro que, por serem produtores de azeite, é natural que o uso seja maior. No Brasil a baixa penetração nos lares faz com que o consumo per capita ainda seja muito pequeno em relação aos principais mercados: cerca de 300 ml por brasileiro, ao ano.

fontes: http://receitasdeminuto.com/como-escolher-um-bom-azeite/
e  http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/gastro/2014/09/11/noticia_gastro,150319/afinal-aquecer-o-azeite-faz-mal.shtml

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Acredite. Se quiser, é claro!!




Hoje usei um pêndulo (de radiestesia) para fazer uma previsão sobre as eleições presidenciais e estaduais. Os resultados apontados pelo objeto foram parecidos com os indicados pelas pesquisa,, porém com algumas surpresas.
Perguntei sobre as eleições presidenciais, em alguns Estados e também no Distrito Federal.
Vejam as perguntas e o que o pêndulo revelou:

Vai haver segundo turno? -Sim
Dilma vencerá no segundo turno? -Sim
Aécio passará para o segundo turno?- Não
Marina Silva disputará com Dilma o segundo turno? -Sim.
Em Minas Gerais vai haver segundo turno? Não
Fernando Pimentel vencerá as eleições em Minas? -Sim
Geraldo Alckmin, governador de São Paulo vai ser reeleito?-Não
Tasso Genro, governador do Rio Grande do Sul vai ser reeleito? -Não
Ana Améilia , candidata pelo PP vence no Rio Grande do Sul?- Sim
Anastasia vai ser eleito senador? -Sim
Agnelo Queiroz,vai ser reeleito no Distrito Federal?- Não.

A grande surpresa ficou mesmo por conta da reeleição de Geraldo Alckmin, que segundo as pesquisas,seria o favorito em São Paulo.

Vou guardar esta lista para conferir qual será a porcentagem de erros e acertos do pêndulo.


Saiba mais sobre a Radiestesia:
fonte:http://www.radiestesia.net/radiestesia/o-que-e-radiestesia

Radiestesia

"Nosso corpo capta as informações vibracionais a nossa volta através de nossos sensores celulares, tais informações são armazenadas em nosso inconsciente e externadas pelo uso de instrumentos radiestésicos por intermédio de uma linguagem pré-estabelecida pelo próprio radiestesista, chamada convenção mental, nada havendo de sobrenatural no processo."

Os primeiros registros da radiestesia podem ser encontrados em inscrições rupestres datadas de 9.000 a.c. que são do Perú, ali podemos ver claramente um homem com aparência de feiticeiro empunhando uma forquilha ( um dos mais antigos aparelhos radiestésicos ), existem ainda algumas referências bíblicas aos achadores de água e ouro que acompanhavam a rainha do Sabá quando esta foi visitar Salomão.


Definição

Radiestesia: palavra composta de dois termos, Radius, que vem do latim e significa radiação e aisthesis, de origem grega e que significa sensibilidade, indicando assim a sensibilidade as radiações.
Introdução

A Radiestesia entende que vivemos em um universo energético, algo cada vez mais aceito pela ciência oficial e que nos conduz a entender a existência de uma sutil comunicação entre o homem e aquilo que o cerca.

Este campo energético emitido pôr tudo possui diferentes graus, a energia emitida pela água pôr exemplo, é diferente daquela emitida pelo chumbo. Ainda seguindo este raciocínio podemos dizer que um órgão saudável possui um padrão de informações vibracionais diferente do mesmo órgão enfermo.

Sendo assim, o homem está constantemente cercado de energias eletromagnéticas, planetárias, telúricas etc…, sejam estas derivadas de instalações elétricas, satélites, microondas, redes de alta tensão entre outras fontes, o problema é que embora sua presença e seu impacto sobre nós seja real, não a percebemos normalmente através dos cinco sentidos, o que nos torna passíveis de sua influência. Para complicar um pouco mais, muitas dessas informações são difíceis de serem detectadas mesmo com outros instrumentos existentes, isto se dá porque falamos muitas vezes de influências muito sutis que demandam aparelhos de uma sensibilidade ainda inexistente.

A radiestesia é a técnica que permite o contato com tais energias, através do desenvolvimento da sensibilidade do radiestesista. Ao contrário do que muitos imaginam a radiestesia é algo muito antigo, sendo encontrada práticas radiestésicas entre diversos povos antigos como os chineses e egípcios, na parte histórica será mais detalhado este ponto.

O Pêndulo



Existem diversos instrumentos que são usados na prática radiestésica, sendo o mais famoso de todos o pêndulo (cuja ilustração se encontra ao lado esquerdo), dado a facilidade de manuseio com que ele é dotado, o baixo custo para obtê-lo e a precisão do diagnóstico.
Uso prático da Radiestesia

Você quer saber quais os alimentos que são mais indicados ao seu organismo?

Este é um problema que aflige boa parte das pessoas hoje, quando várias dietas são vendidas de forma mercenária, sem levar em conta que cada organismo é um organismo independente. Um radietesista experiente, contudo, pode revelar em minutos quais os alimentos mais adequados ao seu organismo em particular. Quer encontrar um objeto perdido? Esta foi uma das áreas mais estudadas na Radiestesia, com resultados muito bons.

A Radiestesia foi muito usada ainda para encontrar água, minerais de diversas classes, pessoas, criminosos, enfim, foi usada para tudo quanto a imaginação humana permitiu até o presente momento, e nas mãos de bons radietesistas sempre ocorreram uma margem de acertos muito superiores ao que permite o acaso, em um curso de radiestesia que participei vários anos atrás o instrutor colocou vinte frascos de remédios homeopáticos divididos em dois grupos, líquidos e glóbulos, dez de cada, só que dos dez frascos de cada grupo apenas cinco possuíam princípio ativo, sendo o restante placebo. Foi pedido aos alunos que com o auxílio do pêndulo eles diferenciassem entre um e outro, a margem de acerto de alguns alunos foi de 80% de acertos, conseguindo encontrar oito dos dez frascos que continham princípio ativo, o mais interessante contudo é que a maioria dos alunos tinham muito pouca experiência com a radiestesia, na verdade a margem de acertos pode ser ainda superior aos 80%.

Algo que se deve deixar claro ao estudante desde o princípio é que a Radiestesia não é algo místico, nada tem a ver com mediunidade ou com dons difíceis de se conquistar. A radiestesia é algo natural no ser humano e que segundo nossos estudos 70% da população pode desenvolver com um pouco de estudo e prática, é claro que existe uma parcela de pessoas que desenvolve estas técnicas com muita rapidez enquanto que outras demoram mais, mas mesmo os que dão mais trabalho podem vir a ser radiestesistas muito competentes.

A mente e seu papel na Radiestesia

Não é o pêndulo ou qualquer outro instrumento de Radiestesia que capta as energias, é algo muito mais fantástico e misterioso que faz este trabalho: A mente humana.

Nosso corpo capta as informações vibracionais a nossa volta através de nossos sensores celulares, tais informações são armazenadas em nosso inconsciente e externadas pelo uso de instrumentos radiestésicos por intermédio de uma linguagem pré-estabelecida pelo próprio radiestesista, chamada convenção mental, nada havendo de sobrenatural no processo.

Os primeiros registros da radiestesia podem ser encontrados em inscrições rupestres datadas de 9.000 a.c. que são do Perú, ali podemos ver claramente um homem com aparência de feiticeiro empunhando uma forquilha ( um dos mais antigos aparelhos radiestésicos ), existem ainda algumas referências bíblicas aos achadores de água e ouro que acompanhavam a rainha do Sabá quando esta foi visitar Salomão.

Radiestesia do passado


Mas a radiestesia como a conhecemos hoje foi desenvolvida no começo do século passado pelo Abade Mermet (1866-1937 ), que usava um pêndulo e lançou as primeiras regras para o seu uso, deste tempo para cá ela não parou mais de se desenvolver. Quanto ao abade Mermet, sua figura é rodeada até os dias de hoje por uma aura de respeito e mistério, conta – se que com seu pêndulo era capaz de diagnosticar doenças facilmente.
A Radiestesia no Brasil

O desenvolvimento da Radiestesia no Brasil é algo muito difícil de ser traçado dado ao fato que o início da mesma em nosso país esteve muito ligado a igreja católica e aos seus padres, e estes, por motivos previsíveis procuraram manter o maior sigilo sobre tal técnica.

A primeira referência que encontramos de tal atividade em solo brasileiro se deve aos franciscanos do Mato Grosso que usavam o pêndulo para o diagnóstico e tratamento da população local, tratamento este feito essencialmente através de ervas medicinais. Um grande nome desta arte no Brasil foi o padre Jean Louis Bourdoux, este grande radiestesista foi aluno do próprio Mermet e fez muitos estudos sobre as qualidades medicinais das plantas brasileiras se utilizando de métodos radiestésicos em seus estudos.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Os mineiros contra a mina.


Vale a pena conferir a matéria  abaixo "Os mineiros contra a mina", divulgada pela revista Exame.

A reportagem da Maria Luíza Filgueiras de quatro páginas (60-63), reescreve de forma resumida, a série de matérias do jornal O Tempo, e que tem como tema "Um mineroduto que passou em minha vida", das jornalistas Ana Paula Pedrosa e Queila Ariadne.

Para ler todas as matérias do Jornal O Tempo, clique aqui e para ler a reportagem abaixo, clique nas fotos que elas aumentam o tamanho:









segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Criticado por ambientalistas, mineroduto Minas-Rio está prestes a funcionar


Vale a pena conferir essa excelente matéria publicada nesta segunda, 04 de agosto, pela Revivta Carta Capital:


Ao longo de 525 quilômetros, maior mineroduto do mundo transportará todos os anos 26 milhões de toneladas de minério de ferro. Destino principal da matéria-prima é a China

por Deutsche Welle — publicado 04/08/2014 12:16


Anglo American/Visual Media


O duto, cuja construção será entregue com cinco anos de atraso, vai passar por 32 cidades


Após cinco anos de atraso, o maior mineroduto do mundo, o Minas-Rio, deve entrar em operação no final deste ano. As 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro que serão transportadas anualmente por esse sistema de Minas Gerais até o porto no Rio de Janeiro já têm um destino: siderúrgicas na Ásia, principalmente na China.

Em 2008, a empresa britânica de mineração Anglo American comprou os planos do complexo Minas-Rio, idealizado pelo grupo EBX, de Eike Batista, e inicialmente orçado em 5 bilhões de dólares. O primeiro transporte de ferro foi planejado para 2009, mas falhas no projeto e impasses com a Justiça, devido a questões socioambientais, atrasaram – e também encareceram – as obras.

Assim, o valor para a instalação do complexo quase dobrou, chegando a 8,8 bilhões de dólares. Com o início da construção também surgiram os problemas. A empresa enfrentou ações judiciais movidas pelo Ministério Público de Minas Gerais, que questionou as obras de uma linha de transmissão de energia elétrica, a atuação da empresa perto de sítios arqueológicos e também a passagem do duto por uma caverna que abriga animais ameaçados de extinção.

Além disso, o Ministério Público Federal (MPF) questionou os impactos socioambientais causados na Serra do Espinhaço, reserva da biosfera da Unesco, na bacia hidrográfica da região e também em comunidades tradicionais.

O MPF também criticou o processo de licenciamento da obra, no qual o complexo foi dividido em três partes – mina, mineroduto e porto – e, para cada uma delas, as licenças ficaram a cargo de órgãos ambientais diferentes.

Obra problemática

"Essa fragmentação causa uma série de problemas, pois o impacto da obra como um todo não é avaliado, mas só suas partes. Além disso, o licenciamento por órgãos diferentes também fragmenta o controle social, o monitoramento por parte da sociedade, dificultando a participação pública, já que as pessoas não sabe a qual órgão recorrer", avalia a socióloga Andréa Zhouri.

A pesquisadora, que é coordenadora do grupo de estudos em temáticas ambientais da Universidade Federal de Minas Gerais, questiona também o expressivo número de condicionantes da obra. "Elas chegaram a 300, é um número grande, que mostra a deficiência, a insuficiência ou o subdimensionamento dos impactos desse projeto", opina.

Além desse aspecto, a construção do complexo se viu envolta em escândalos sociais. Por duas vezes, a fiscalização do Ministério do Trabalho flagrou trabalhadores em condições análogas à escravidão. As negociações de indenizações para proprietários de terras localizadas no percurso do mineroduto também são alvos de críticas por falta de transparência.

Segundo a pesquisadora Denise de Castro Pereira, da PUC-Minas, as negociações de indenizações foram feitas de forma desigual, e famílias com baixo grau de instrução acabaram lesadas no processo. Ela afirma que o corte feito pela faixa de servidão do duto [faixa de segurança que acompanha, na superfície, o traçado do duto] inviabiliza a agricultura ou pecuária em algumas pequenas propriedades.

"Cria-se uma situação que o Banco Mundial chama de 'deslocado econômico': a pessoa não é retirada de sua terra, pois do ponto de vista empresarial e das regras estabelecidas a retirada não se justifica, mas perde as condições de vida e trabalho naquele lugar", comenta.

Alternativas de transporte

Entretanto, especialistas avaliam a construção de dutos para transportar minérios como a opção menos poluente e mais barata do que as outras alternativas, como o transporte por caminhão ou trem, apesar dos impactos iniciais.

"Como qualquer obra de infraestrutura, a parte de instalação e construção causa alguns transtornos. Mas, no momento que a obra estiver pronta, as pessoas vão esquecer que a canalização do mineroduto passa por baixo de seu terreno, pois não gera vibração nem ruído", afirma o engenheiro Enrique Munaretti, chefe do Departamento de Engenharia de Minas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Segundo ele, os impactos da obra são menores do que os da construção de uma rodovia ou ferrovia. Além disso, para transportar a quantidade de ferro estimada pela empresa seriam necessárias 800 mil viagens de caminhão, o que gera emissões de poluentes como dióxido de carbono e enxofre, sem contar com os riscos de acidente na estrada.

"O mineroduto é uma solução econômica muito boa e também ambientalmente excelente. No início, precisa-se fazer abertura de trincheiras e valas para os canos serem enterrados. Depois esses buracos são fechados e é feito um replantio da vegetação, além de marcação para que não se construa nada em cima. O ambiente volta a ser como era originalmente", afirma Munaretti.

O engenheiro de minas Eduardo Drummond reforça as vantagens. "Independe de condições climáticas para operação, e os custos por tonelada transportada, operacional e de manutenção são imbatíveis", argumenta.

Mais de 500 quilômetros

O projeto Minas-Rio engloba uma mina de exploração de minério de ferro em Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais, um terminal no Porto do Açu, em São João da Barra, no Rio de Janeiro, além do mineroduto de 525 quilômetros, que liga esses dois extremos, passando por 32 cidades nos dois estados.

A capacidade inicial de produção e transporte é de 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Para percorrer a distância entre a mina e o porto através do duto, o minério é misturado com água, se transformando numa polpa. Esse líquido é impulsionado pelo trecho com o auxílio de duas estações de bombeamento.

A velocidade de transporte é de seis quilômetros por hora. A polpa leva cerca de quatro dias para chegar ao final do percurso. No porto, o minério é filtrado e separado da água, para que somente ferro seja embarcado nos navios.

O mineroduto já está pronto e agora estão sendo realizados testes necessários para colocá-lo em funcionamento. Além disso, a Anglo American, ainda precisa das licenças de operação que, segundo a empresa, devem sair no terceiro trimestre deste ano. Contactada, a Anglo American não respondeu às críticas sobre impactos causados pela obra até a conclusão desta matéria.
Autoria Clarissa Neher
Edição Alexandre Schossler

domingo, 3 de agosto de 2014

O outro lado da Serra da Moeda



 Foto:Déborah Rajão


                                          Foto:Déborah Rajão

Neste domingo, dia 3 de agosto, meu marido, nossa cadela Morceguinha e eu fizemos um delicioso passeio na Serra da Moeda, área de preservação ambiental, que fica na região metropolitana da capital mineira.

Nós, que moramos em Belo Horizonte, somos privilegiados, pois a cidade fica rodeada de inúmeros lugares mágicos.

Em apenas 15 minutos rodando de carro pela BR 040, temos acesso a recintos de natureza estonteante e belos cenários.

A  BR 040, por sua vez, que passou por obras recentes de recuperação, está um tapete, o que torna o passeio ainda mais agradável.

Durante a ida, fiz uma proposta ao meu marido de procurar visitar a cada  final  de semana um dos municípios que cercam Belo Horizonte. São tantos lugares lindos no entorno de BH que fica difícil decidir aonde ir. São várias as cidades históricas  e lugares de grande beleza natural ainda preservados, bem próximos da capital..

Se você ainda não conhece a Serra da Moeda, programe-se para ir um dia.. Vá até o mirante e terá uma vista emocionante das montanhas de Minas.

Uma simples ida à Serra de Moeda, mesmo que seja rápida, pode ser surpreendente,  mudar totalmente o seu dia e limpar sua mente para enfrentar mais uma semana com bom humor e alegria.


Veja as fotos que tirei do passeio: