sábado, 20 de junho de 2009

Veja os bastidores do Prosa de Mulher que falou sobre a estética feminina.



O Prosa de Mulher deste sábado, dia 20 de junho de 2009, discutiu a estética feminina e os vários procedimentos que existem hoje no mercado para fazer com as mulheres fiquem ainda mais belas.

A prosa foi muito legal e proveitosa e contou com a participação da médica cirurgiã plástica do Hospital Belo Horizonte EMÍLIA SILVA KLEIN, da fisioterapeuta dermato funcional ANA LUIZA RABELO ASSIS TACCO MOYSÉS e da personal trainner DANIELA CRISTINA BRIGIDO PIMENTA.

Agradeço todas as convidadas pela presença e pelo bate-papo tão bacana e esclarecedor. Foi ótimo tê-las comigo no Prosa de Mulher!

Veja agora as fotos dos bastidores do programa:

Déborah Rajão-Ana Luiza Rabelo-Emília Klein-Daniela Pimenta

Daniela Pimenta- Personal Trainner

Ana Luiza Rabelo- Fisioterapeuta dermato-funcional

Emília Klein- Cirurgiã plástica






sexta-feira, 19 de junho de 2009

Prosa de Mulher vai discutir as verdades e mitos da estética femimina.


O Prosa de Mulher deste sábado, dia 20 de junho de 2009, vai discutir a estética feminina e os vários procedimentos que existem hoje no mercado para fazer com as mulheres fiquem ainda mais belas.

Mas, será que as mulheres hoje são escravas da estética? O que é verdade e o que é mito nessa área? O sonho do corpo perfeito pode se tornar uma realidade? Tudo isso e muito mais você vai saber no Prosa de Mulher deste sábado.

O programa, apresentado por mim, vai contar com as seguintes convidadas: a médica cirurgiã plástica do Hospital Belo Horizonte EMÍLIA SILVA KLEIN, a fisioterapeuta dermato funcional ANA LUIZA RABELO ASSIS TACCO MOYSÉS e a personal trainner DANIELA CRISTINA BRIGIDO PIMENTA.

O Prosa de Mulher vai ao ar a partir do meio-dia até as duas da tarde, na rádio Inconfidência AM880, Ondas Curtas de 49 metros 6010 KLZ e também através do www.inconfidencia.com.br.

Você é meu convidado! Conto com a sua audiência! Até lá.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Fim do diploma: jornalismo é precarizado no Brasil.



Foi com apreensão que recebi ontem a notícia do fim da obrigatoriedade do diploma para se exercer a profissão de jornalista.

Fico pensando que, se mesmo com a exigência do diploma, vemos tantos disparates nos noticiários, matérias mal feitas, mal escritas, apelativas, sensacionalistas, inúmeros erros de português em sites e jornais, imagine, então, a partir de agora, o que acontecerá com a qualidade da informação?

Ao frequentarmos uma universidade de jornalismo, aprendemos não só como identificar a notícia, a relevância dos fatos, se eles são ou não de interesse público mas, também, como exercer um jornalismo ético e responsável, que respeita os verdadeiros interesses da população.

Um jornalismo bem praticado é fundamental para a democracia e respeito aos princípios básicos do estado de direito. Graças ao trabalho de jornalistas preparados e conscientes de seu papel social, que se dedicam como sacerdotes a buscar a verdade a qualquer custo, vêm à tona todos os dias, centenas de denúncias de atos imorais praticados por políticos, membros do judiciário,do executivo, dentre outros.

Que tipo de informação podemos esperar de um jornalista desqualificado, despreparado, que não aprendeu nada sobre a ética, o respeito à fonte e sobre a importância do compromisso com a verdade dos fatos? O que esperar de um jornalista que não sabe discernir o que é ou não uma notícia de interesse público? Que não sabe como investigar devidamente um fato?

Para um repórter divulgar uma informação ele precisa antes apurar os fatos, ouvir todos os envolvidos no assunto e passar a notícia da forma mais imparcial e fidedigna possível para o receptor. Muitas vezes, o jornalista precisa decodificar a informação e torná-la o mais compreensível para que o receptor consiga entendê-la.

Se um jornalista não souber ler nem escrever, como ele vai conseguir interpretar os fatos e transmiti-los com credibilidade?

Não que o diploma garanta competência ao profissional, mas pelo menos uma pessoa que passou 4 ou 5 anos numa universidade tem mais conhecimento e comprometimento com a profissão do que aquele que nunca sequer abriu um livro sobre o assunto.

Eu conheço jornalistas competentes sem formação universitária, assim como conheço outros graduados e nem tão competentes assim. Mas, com certeza, um bom jornalista será ainda melhor se vivenciar os conhecimentos teóricos e práticos oferecidos pelas escolas.

E quando essa formação universitária é colocada em segundo plano, corremos o risco de nivelar por baixo os profissionais da informação.

Se com diploma já é complicado, imagine sem ele!

Alguns dizem que a exigência do diploma interessa apenas aos jornalistas, que se trata de coorporativismo e reserva de mercado. Mas a reserva de mercado existe em quase todos os segmentos profissionais brasileiros e ninguém fala sobre isso.

Por que esse ponto de vista é enfatizado apenas com relação ao jornalismo? Justamente essa profissão tão importante para a busca da justiça social e que ajuda a formar a consciência crítica da população?

Pelo menos o diploma demonstra que a pessoa se preparou, correu atrás de conhecimento para exercer com responsabilidade e profissionalismo uma determinada atividade.

Caso uma pessoa, mesmo sem entrar numa faculdade, resolva se dedicar aos estudos jurídicos, poderia se tornar apta a advogar e defender qualquer cidadão de forma até mais competente que muitos bacharéis que existem por aí, embora não seja permitido que pessoas comuns exerçam o direito. E ninguém aparece para questionar isso. Por que será? Reserva de mercado? Ou é porque quem estuda 5 anos ininterruptos tem um maior conhecimento das técnicas jurídicas e das responsabilidades inerentes à profissão? Fica aqui esse questionamento...

Alguns argumentam que a exigência de diploma impede o direito de livre expressão. E eu pergunto: alguém já deixou de escrever e divulgar um artigo ou opinião porque não era jornalista? Existem vários médicos, advogados, economistas que não são jornalistas e escrevem normalmente para jornais e sites. Portanto, a questão não é essa. A verdadeira questão em jogo é que a não exigência do diploma interessa aos donos das empresas de comunicação que pagarão cada vez menos para os profissionais que serão menos qualificados. Dessa forma, será desrespeitado um outro direito do cidadão que é o acesso a uma informação de qualidade, responsável e compromissada unicamente com a verdade.

Lamentável que o Brasil retroceda ao invés de avançar num assunto tão importante. Mas, como sempre, os interesses dos poderosos sempre vencem em nosso país. O donos das empresas de comunicação venceram. Agora eles estão livres para contratar quem bem entenderem para ser jornalista em suas empresas. Estão livres para precarizar ainda mais os salários dessa classe que nunca foi valorizada.

Mas, acredito que, um dia, o tiro possa sair pela culatra e então, esses mesmos donos da comunicação no país hão de se arrepender de terem lutado tanto pela desvalorização total dessa profissão e enfrentem, cada vez mais, a falta de jornalistas qualificados, compromissados e competentes para ajudá-los a manter seus impérios midiáticos.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Saiba o que fazer para retardar o envelhecimento


Quem é que não sonha em adiar o processo de envelhecimento, continuar saudável, ágil e com uma boa saúde física e mental, mesmo com o inevitável passar dos anos? Pois saiba que é possível manter-se jovem física e mentalmente com pequenas e simples atitudes.

Nessa terça-feira, recebi um email que continha uma entrevista de um médico americano, especialista em cirurgia cardíaca. Ele falou à revista Veja sobre a importância dos exercícios físicos para não deixar o corpo enfraquecer e consequentemente, envelhecer.

Segundo o especialista, é perfeitamente possível manter o corpo bem mais jovem do que aponta a idade cronológica .

Por considerar a vida o maior bem de um ser, por não temer a velhice, por acreditar que vale a pena viver e que é possível manter a saúde e disposição para enfrentar os muitos desafios diários da existência, é que sugiro que você também leia esta entrevista.

Ela contém dicas simples e sugestões importantes para você viver mais, preservar a saúde, ser alegre, independente e feliz, mesmo que as ruguinhas insistam em enfeitar, cada vez mais, o seu lindo rosto:

"A especialidade do cirurgião cardíaco americano Mehmet Oz, de 47 anos, é retardar ao máximo os efeitos da idade em seus pacientes. Diretor do Programa de Medicina Integrada da Universidade Colúmbia, em Nova York, ele é consultor da famosa clínica antienvelhecimento do médico Michael Roizen, criador do conceito de que é possível manter o organismo mais jovem do que aponta a idade cronológica.

Oz e Roizen também assinam a quatro mãos uma série de livros de sucesso que ensinam como manter um estilo de vida que adia a velhice. O mais recente deles, You Staying Young (Você Sempre Jovem), lançado há um mês nos Estados Unidos, já vendeu meio milhão de exemplares.

Nos últimos quatro anos, Oz se tornou uma celebridade ao participar de um quadro fixo no programa de TV da apresentadora Oprah Winfrey. Ele também apresenta documentários no Discovery Channel. Nos dois casos, dá dicas aos telespectadores sobre como viver mais com boa saúde. Esse é justamente o tema da entrevista que ele concedeu à revista VEJA.

Veja – Existe uma fórmula para se manter jovem por mais tempo?
Oz – Sim. Há catorze agentes principais envolvidos no envelhecimento. Sete retardam o processo, como os antioxidantes, e sete nos enfraquecem, como a atrofia muscular. É preciso manter esses agentes sob controle. O primeiro passo para alcançar esse objetivo é pensar não na possibilidade de ficar doente, mas na necessidade de manter o organismo saudável. Deve-se tirar o foco da prevenção dos males e direcioná-lo para a preservação da saúde. Se ninguém mais morresse de câncer e de doenças cardiovasculares, a expectativa de vida média do ser humano subiria apenas nove anos. Isso mostra que, para aumentar consideravelmente a expectativa de vida, não basta evitar doenças. É preciso cuidar do corpo para que ele não enfraqueça. Quando uma pessoa envelhece, doenças potencialmente fatais, como o câncer e o infarto, não aparecem de imediato. Antes que elas se instalem, o corpo torna-se mais frágil e vulnerável.

Veja – O que fazer para evitar que o corpo se torne frágil e vulnerável?
Oz – Meu novo livro, You Staying Young (Você Sempre Jovem, ainda sem previsão de lançamento no Brasil), trata exatamente desse tema. Os exercícios físicos são uma ferramenta essencial. Eles combatem o primeiro sinal do envelhecimento, que é a perda de força muscular. Outros recursos importantes são alimentar-se bem e meditar. Uma boa recomendação é a prática do tai chi chuan, exercício oriental que combina equilíbrio, coordenação motora e também meditação. Se todos adotassem essas medidas, a vida média da população poderia subir para 110 anos. Quanto à alimentação, não podem faltar nutrientes como o resveratrol da uva e o licopeno do tomate, que são poderosos antioxidantes. O principal, mas também o mais difícil, é controlar a quantidade dos alimentos. De qualquer forma, todo mundo deve comer um pouco menos do que tem vontade.

Veja – Fazer várias pequenas refeições por dia, como recomendam alguns médicos, faz bem para a saúde?
Oz – Deve-se comer de três em três horas. Se o intervalo é maior, a taxa de hormônio grelina, que estimula a fome, começa a subir. O problema é que, após uma refeição, ainda demora trinta minutos para que a taxa desse hormônio volte a baixar. Em conseqüência disso, acaba-se comendo mais do que se deveria. O mais importante, além de comer alguma coisa a cada três horas, é trocar as refeições grandes por pequenas, intercaladas por lanchinhos. Esse conceito não foi criado por mim. É o que mostram as pesquisas científicas.

Veja – O que o senhor considera refeições grandes e pequenas?
Oz – Uma refeição grande ultrapassa 1 000 calorias. Uma pequena tem, no máximo, 500. Quem consome por volta de 2 000 calorias diárias pode fazer duas refeições de 300 calorias cada uma e outra maior, de até 800. Os lanchinhos podem ter até 250 calorias.

Veja – O que deve ficar de fora do cardápio?
Oz – Existe uma regrinha fácil de ser usada, a regra dos cinco. Para isso, é preciso examinar o rótulo dos alimentos. Cinco ingredientes não podem estar entre os primeiros listados no rótulo. São eles: gorduras saturadas, gorduras trans, açúcar simples, açúcar invertido e farinha de trigo enriquecida. Dois desses nutrientes são gorduras, dois são açúcares. Os dois tipos de gordura podem estimular processos inflamatórios no fígado que forçam a produção de substâncias deletérias, como o colesterol. Também fazem com que o fígado fique menos sensível à insulina, aumentando o risco de diabetes. Os açúcares listados fazem mal por estimular a produção de insulina, o que aumenta o depósito de gordura corporal. O pior é que esses cinco itens são os mais comuns nas dietas atuais.

Veja – O cardápio básico do brasileiro, composto de arroz, feijão, carne e salada, é saudável?
Oz – A princípio, sim. Esse cardápio contém exatamente os nutrientes para os quais a digestão humana está preparada. Mas os brasileiros comem carnes muito gordas, o que é errado. Antigamente, no mundo inteiro, quando os métodos de criação do gado eram mais simples, a porcentagem de gordura dos melhores cortes da carne bovina era, em média, de 4%. Hoje é de 30%. Outro problema dos hábitos alimentares do brasileiro é que ele come arroz em excesso, o que não traz nenhum benefício. Melhor seria adotar o arroz integral. Os alimentos integrais têm mais fibras, o que os mantém mais tempo no intestino e diminui a absorção de açúcar pelo organismo. Uma vantagem dos brasileiros é ter à disposição enorme variedade de frutas e vegetais maravilhosos, por preço razoável.

Veja – Os hábitos que o senhor propõe para prolongar a vida são relativamente simples, mas exigem controle estrito sobre as atividades do dia-a-dia. Como exercer esse controle?
Oz – A palavra-chave é automatizar. Ou seja, fazer desses hábitos uma rotina, sem precisar pensar muito neles. Acordar, escovar os dentes e passar o fio dental, para reduzir a quantidade de bactérias prejudiciais à saúde. Beber muito líquido ao longo do dia, principalmente água e chá verde. Dormir ao menos sete horas por noite. Durante o sono se produz o hormônio do crescimento, essencial mesmo para quem já é adulto, pois prolonga a juventude. Caminhar meia hora por dia e praticar exercícios que façam suar três vezes por semana. Meditar cinco minutos diariamente, o que pode estar embutido na prática de ioga ou tai chi chuan. Evitar alimentos que estejam na regra dos cinco, que mencionei anteriormente. Uma última coisa: estreitar o relacionamento com as pessoas próximas e abster-se de julgá-las. Em vez de julgar os outros, é melhor tomar conta de si próprio.

Veja – Abster-se de julgar os outros ajuda a manter a juventude?
Oz – Sim, da mesma forma que resolver situações de conflito. O conflito não traz nada de positivo. É apenas desgastante. Costumo recomendar a meus pacientes que procurem as pessoas com quem mantêm uma relação de animosidade e tentem resolver o impasse. Essa é uma atitude para o bem-estar próprio. Não há nada de altruísta nela. É uma atitude egoísta.

Veja – O que o senhor acha das dietas para emagrecer que surgem e viram moda a cada seis meses?
Oz – Essas dietas fazem sucesso, mas são péssimas para a saúde. A alimentação não deve ser encarada como uma maratona para a perda de peso. Uma dieta que tenha como chamariz o emagrecimento rápido não é confiável. Comer menos do que o corpo necessita é uma agressão à fisiologia. Ou seja, aos processos químicos que fazem o organismo funcionar. Quando a fisiologia é desprezada, os resultados das dietas são transitórios.

Veja – Por que o senhor recomenda cuidados com o jantar?
Oz – Na verdade, há uma única regra a observar: deve-se jantar pelo menos três horas antes de dormir. Deitar logo após a refeição facilita o acúmulo de gordura, principalmente na cintura. Além disso, comer muito tarde prejudica o sono.

Veja – O senhor recomenda beber muita água durante o dia. Quanto se deve beber exatamente?
Oz – Deve-se beber uma quantidade suficiente para que a urina esteja sempre clara. Isso varia de um dia para o outro. Em dias quentes, sua-se muito e, por isso, é preciso beber mais água. Para quem não abre mão da cafeína, sugiro chá verde. Em lugar de quatro cafezinhos por dia, beba quatro copos de chá verde. Essa bebida concentra muitos antioxidantes e nutrientes bons para a saúde.

Veja – Muitos ambientalistas condenam o consumo de água engarrafada. Do ponto de vista da saúde, ela é melhor que a água da torneira?
Oz – Eu acho um erro beber água engarrafada. Há dois problemas principais com ela. O primeiro é que, se a garrafa plástica não for reciclada, pode contaminar os mares e os rios. Isso prejudica o meio ambiente e, indiretamente, a saúde. O plástico das embalagens vai parar nos peixes que comemos. O resultado é que 97% das pessoas apresentam resíduos de plástico no organismo, o que interfere no sistema hormonal. Esses resíduos estimulam os receptores de estrogênio, o hormônio feminino. Em excesso, o estrogênio pode causar câncer e outros problemas. As toxinas contidas no plástico também aceleram o envelhecimento. O segundo problema é que, como a água engarrafada não apresenta vantagens com relação à água da torneira, trata-se de um desperdício de dinheiro.

Veja – O senhor recomenda exercícios físicos que provoquem suor. Exercícios leves são inúteis?
Oz – Essas recomendações visam à saúde cardiovascular. Para essa finalidade, apenas os exercícios moderados ou intensos, que fazem suar, apresentam benefícios. Mas os exercícios suaves e de baixo impacto têm valor. Mesmo a caminhada movimenta grandes músculos, como os das coxas e dos quadris, que consomem muita energia. Como o gasto calórico muscular é maior durante o exercício, a queima de calorias aumenta.

Veja – Os suplementos vitamínicos são criticados em muitos estudos científicos. O que o senhor acha deles?
Oz – Eles são eficazes, mas prometem mais do que cumprem. Na verdade, os médicos saem da faculdade sem conhecimentos suficientes sobre os suplementos e são forçados a tirar suas próprias conclusões. De modo geral, uma suplementação só é necessária quando as vitaminas não são obtidas naturalmente com a alimentação. Por outro lado, acredito que determinadas vitaminas podem melhorar a qualidade de vida e a longevidade. Entre elas estão as vitaminas A, B, C, D e E, além de cálcio, magnésio, selênio e zinco. A vitamina D é importantíssima, pois previne câncer e osteoporose. Principalmente nos países mais frios, onde a exposição solar é restrita, os suplementos são essenciais.

Veja – Além dos procedimentos já descritos nesta entrevista, o que mais o senhor faz para adiar o envelhecimento?
Oz – Minha receita principal de juventude é brincar com meus filhos. Também procuro descobrir coisas novas todos os dias. Aprendo ao conversar com os outros e, apesar de ser muito assediado para responder a perguntas, por causa de minha atuação na TV, prefiro perguntar, saber como é a vida das pessoas, como elas trabalham. Isso faz minha mente exercitar-se.

Veja – Nos últimos anos, o aperfeiçoamento do tratamento clínico fez cair o número de cirurgias cardíacas. Essa é uma tendência em outras especialidades médicas além da cardiologia?
Oz – Sem dúvida. Os recursos clínicos tornaram-se mais eficazes tanto para a prevenção de doenças quanto para seu tratamento. Por isso, assim como na cardiologia, a cirurgia deixou de ser a primeira opção em outras áreas. Há poucos anos, quando o paciente machucava o joelho, ia direto para a sala de operação. Agora, ele vai para a sala de fisioterapia. Essa tendência também é evidente nos casos de diverticulite, uma inflamação do intestino, que passou a ser tratada com o consumo de fibras. O mesmo acontece com pacientes que apresentam doença arterial obstrutiva periférica. Antes eles iam para a faca. Agora, recebem como orientação deixar de fumar e caminhar. Mesmo que sintam dor num primeiro momento, essa é uma maneira de estimular o crescimento de novos vasos sanguíneos para substituir os danificados.

Veja – O senhor já esteve no Brasil. Como foi sua experiência no país?
Oz – Visitei o Brasil há muitos anos, quando ainda era estudante de medicina. Fui ao Rio de Janeiro e conheci o doutor Ivo Pitanguy. Também fiquei deslumbrado com as frutas brasileiras e com as lojas de sucos. Elas misturam frutas e outros vegetais, uma combinação pouco convencional. Conheci o açaí, que até hoje está no meu cardápio. Compro açaí em Nova York mesmo. É um dos alimentos com maior concentração de antioxidantes. Planejo voltar ao Brasil em meados do ano que vem para gravar um programa. Quero muito ir à Amazônia e conhecer as plantas medicinais da região.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Menos alardeada, avança a gripe Suína.


A imprensa parou de alardear mas, a gripe A H1N1, que todo mundo insiste em continuar a chamá-la de gripe suína, avança lenta e progressivamente em todo o mundo.


Uma reportagem divulgada nesta quarta feira, pelo site http://www.folha.com.br/ aponta que:


No Brasil já chega a 79 o número de casos da doença. Hoje, o Instituto Adolfo Lutz, ligado ao governo de São Paulo, informou que conseguiu isolar o vírus da doença e detectou uma nova "estirpe" do vírus no país, diferente do que foi registrado pelo CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos) com base em amostras retiradas de pacientes da Califórnia.

Os casos novos foram confirmados em Minas Gerais (2), Santa Catarina (2) e Rio (1). Os pacientes estão em tratamento e passam bem, segundo o ministério.
A distribuição dos casos entre os Estados fica assim: São Paulo (27), Santa Catarina (19), Minas Gerais (11), Rio de Janeiro (11), Tocantins (4), Distrito Federal (3), Mato Grosso (2), Bahia (1) e Rio Grande do Sul (1).

De acordo com o Ministério da Saúde, para todos os casos estão sendo realizadas buscas ativas e monitoramento de todas as pessoas que fizeram contato com os pacientes infectados.

Os casos suspeitos estão nos Estados de São Paulo (26), Minas Gerais (17), Santa Catarina (14), Rio de Janeiro (9), Pernambuco (7), Paraná (6), Rio Grande do Sul (3), Espírito Santo (2), Goiás (2), Rio Grande do Norte (2), Rondônia (2), Tocantins (2), Ceará (1), Distrito Federal (1), Mato Grosso do Sul (1) e Paraíba (1).

Pandemia

Na última quinta-feira (11), a OMS (Organização Mundial da Saúde) informou aos países-membros a existência de uma pandemia (epidemia generalizada) de gripe suína. O motivo foi a abrangência da doença, que já atingiu diversas regiões do mundo, e não a periculosidade do vírus.
O Ministério da Saúde confirmou nessa segunda-feira (16) mais cinco casos de gripe suína no Brasil, elevando para 74 o número de casos confirmados. De acordo com a pasta, quatro casos foram confirmados em São Paulo, Estado com o maior número de contaminações confirmadas, e um no Distrito Federal.

Segundo o governo, todos os pacientes estão em tratamento e passam bem. Não foram informados detalhes sobre os casos.

Os Estados que possuem casos confirmados de contaminação pela gripe suína são: São Paulo (27), Santa Catarina (17), Rio de Janeiro (10), Minas Gerais (9), Tocantins (4), Distrito Federal (3), Mato Grosso (2), Bahia (1) e Rio Grande do Sul (1).

Sem vacina

O laboratório Novartis afirmou ontem que, em oposição a um pedido da OMS, não vai distribuir gratuitamente aos países mais pobres a vacina que produziu para combater a gripe suína.
A declaração foi feita por Daniel Vasella, conselheiro do laboratório, ao jornal "Financial Times".


Segundo Vasella, o grupo suíço poderia estudar a possibilidade de reduzir o custo das vacinas para estes países, mas não está disposto a entregar o remédio sem custo algum.
"Se pretendem que a produção [das vacinas] seja sustentável, têm que criar incentivos financeiros", disse Vasella, acrescentando que os próprios países em desenvolvimento ou os países ricos devem pagar pelas vacinas com seus programas de ajuda humanitária.
fonte:www.folha.com.br


Em Minas Gerais

Dois novos casos de contaminação pelo vírus Influenza A (H1N1) em Minas Gerais foram confirmados na tarde desta terça-feira pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Com as novas confirmações o estado passa a ter 11 pacientes contaminados pelo vírus.

Um dos pacientes é um homem de 45 anos que contraiu a doença por manter contato com outras três pessoas que tiveram o diagnóstico positivo. Esse é o primeiro caso de transmissão do vírus dentro do território estadual.

A outra pessoa infectada é uma mulher de 48 anos que chegou da Flórida no dia 6 deste mês. Ela manifestou os sintomas da doença cinco dias após chegar ao Brasil Os dois pacientes estão sendo monitorados em quarentena domiciliar. Doze pessoas ainda estão sob suspeita e aguardam o resultado dos exames.
Fonte: http://www.uai.com.br/


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Na minha opinião, para fortalecer o sistema imunológico e prevenir a gripe suína, devemos manter a qualidade de vida, o astral confiante e elevado, nos alimentar corretamente, de forma saudável. Dormir bem, praticar exercícios físicos , evitar o cigarro e a bebida em excesso também são atitudes importantes para proteger nosso organismo. Desejar o bem às pessoas que nos rodeiam, rir, amar, sonhar, meditar e não estressar também aumentam a resistência das pessoas contra doenças.


No mais é rezar, que também ajuda, e mentalizar boa sorte além de muita saúde para todos nós.

domingo, 14 de junho de 2009

Veja os bastidores do Prosa de Mulher que falou sobre o namoro



O Prosa de Mulher deste sábado, dia 13 de junho, foi super alto astral. Participaram do programa as seguintes convidadas: a astróloga Sônia Scott, a consultora sentimental Olímpia Gazel e a escritora, autora do livro A Bonitona Encalhada, Laura Henriques.

Proseamos sobre namoro, casamento, previsões dos astros para os relacionamentos amorosos entre outros assuntos.

Agradeço todas as convidadas pela presença e pelo bate-papo tão gostoso. Foi ótimo tê-las comigo no Prosa de Mulher!

Veja agora as fotos dos bastidores do programa:

Olímpia Gazel-Déborah Rajão- Laura Henriques-Sônia Scott



Velise Maciel-Produtora do Prosa de Mulher e do Revista da Tarde.



sexta-feira, 12 de junho de 2009

Namoro será o tema do Prosa de Mulher deste sábado.


Nos dias de hoje está difícil arrumar um namorado, conseguir um companheiro? Os homens estão com medo de encarar relacionamentos mais sérios? Estas e outras perguntas serão respondidas no Prosa de Mulher deste sábado, dia 13 de junho.

Nesta sexta-feira é comemorado o dia dos namorados e neste sábado é celebrado o dia de Santo AntÔnio, o santo casamenteiro. E para lembrar as duas datas, nós vamos conversar sobre namoro, casamento, como encontrar a pessoa certa e saber o que preveem os astros sobre as relações amorosas.

Para prosear, receberei as seguintes convidadas: a astróloga Sônia Scott, a consultora sentimental Oímpia Gazel e a escritora, autora do livro A Bonitona Encalhada, Laura Henriques.

Você é meu convidado para ouvir o Prosa de Mulher, neste sábado, do meio-dia às duas da tarde, na Rádio Inconfidência AM880, Ondas Curtas de 49 metros 6010 KLZ e também através do www.inconfidencia.com.br.