quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O que os olhos veem... o coração sente muito mais!





Vejam a quantas andam as obras da mineradora Anglo American, na Serra da Ferrugem, em Conceição do Mato Dentro, Minas Gerais, Brasil.

O empreendimento  está em fase de licenciamento e mesmo assim já encontra-se com as obras bem adiantadas.

A área  onde a  mineração está se instalando é considerada de grande diversidade ambiental,  possui várias cavernas com inscrições rupestres, matas, nascentes, fauna e flora riquíssimas e raras e uma população que vem sofrendo todos os dias com os impactos provocados pela mineradora na região.

Para conhecer mais os impactos provocados pela  mineração, convido você a acessar o site da empresa Diversus, responsável por um estudo recente que mostra os danos que a mineração  provoca na região de Conceição do Mato Dentro.


Vejam estas fotos tiradas no último semestre de 2011 no local do empreendimento minerário da Anglo Ferrous Minas-Rio Mineração S.A.  e sintam como é difícil  ficar insensível a tanta destruição. Elas me foram enviadas por email em PDF e eu as fotografei para conseguir postá-las aqui no blog.















8 comentários:

Sarrata disse...

Estive la em dezembro/2011 e fiquei de boca aberto mas mesmo o que vi da estrada nao imaginava o tamanho da destruicao. Posso ate imaginar o tamanho da destruicao ambiental que em nome do progresso Brasileiro essa exploracao vai trazer. Espero que CMD tenha ate os dias que essa poeira ou mesmo os efeitos dessa exploracao tenha formas de controlar ou mesmo ajudar os menos favorecidos proximos dessa area. Vcs ja tiverao a impressao de que CMD sera a Itabira do amanha? Pense nisso.

Josie disse...

nossa deborah, triste demais em ver estas imagens.
e pensar que permitiram isto, sendo que ainda está em fase de licenciamento, é de chorar!

Anônimo disse...

Deborah,infelizmente uma parte do munípio vai ser degradada.Area de mina,lagoa de rejeitos,plataforma de embarque,cabe a nós limitar esta area,minimizar os impactos e usar os recursos financeiros alí gerados para implantarmos e solidificarmos em toda a area do municipio uma politica totalmente voltado para o eco turismo e a eco conservação Sem plano B ,pois a mineração é irreversilvel.........Marcinho do Gigi

reclamaçao disse...

Todos os proprietario de Mg e do Rio de Janeiro,tinha que unir para dizer nao para Anglos American,porque 95% nao esta satisfeito com prejuizo que ela estar causando,desvalorização das nossas terras, matando nossa vaca, destruindo plantação de café, destruindo nossas vagens, causando erosão no terrono que desenvolvimento é esse ? se nós proprietario rural,não plantar o que vcs da cidade vão comer? minerio? ferro?não, vão beber o leite da nossa vaca e tomar o café da nossas plantação,tem algo muito errado nesse Brasil ,não é possivel que as autoridade não toma uma providencia sobre anglos american ajude-me amigos do face .

Anônimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=3AQMfVNSSk0

Lúcio Guerra Júnior disse...

Deborah,
O Projeto Minas-Rio, um empreendimento que se mostrou totalmente inviável para a região desde a sua concepção, revela hoje, mesmo muito antes de entrar em operação, toda sua face perversa e insustentável. Os relatos descritos, a realidade vivida por seu Zé Pepino (http://youtu.be/whq7MzzJpt0), assim como a do Sr.Claudemir (http://www.youtube.com/watch?v=3AQMfVNSSk0) , nos leva a pensar que são pessoas vizinhas devido a semelhança dos problemas comuns. Mas acredito que nem devem se conhecer. A semelhança dos problemas vividos por eles, porém, não é mera coincidência. Coincidência existe somente no modo pernicioso de atuação da Anglo American na instalação do Projeto Minas-Rio. Projeto este, calcado em diversas violações de direitos fundamentais. Violação do direito à propriedade, violação ao direito de ir e vir, violação ao direito do uso da água, entre outros. Desde o início da implantação deste empreendimento, ele tem destruído e segregado vida de várias pessoas levando algumas a um verdadeiro desespero e todas à falta de esperança. Uma verdadeira degradação sócio-ambiental. E apesar disso tudo, a empresa faz uma falsa propaganda dizendo ser um empreendimento sustentável. E o Estado assiste a tudo isto passivo? Não. Pelo contrário impulsiona, articula e encoberta toda uma operação fraudulenta e desumana de um licenciamento totalmente viciado. O mesmo Estado que deveria estar protegendo os cidadãos, os abandona, e se entrega a um fisiologismo perdulario e extremamente nocivo e contrário ao bem viver. Como pode o estado de Minas Gerais aceitar e encobrir tamanhas violações de direitos? Em prol de que? Ou de quem? Quem realmente ganhou e está ganhando com a implantação desde empreendimento que se mostra cada dia mais danoso e insustentável? Onde está o Estado para garantir a lei e proteger seus cidadãos? O ônus do Projeto Minas-Rio, já sabemos com quem está. Com quem estará o bônus até então anunciado?

Lúcio Guerra Júnior disse...

Deborah,
O Projeto Minas-Rio, um empreendimento que se mostrou totalmente inviável para a região desde a sua concepção, revela hoje, mesmo muito antes de entrar em operação, toda sua face perversa e insustentável. Os relatos descritos, a realidade vivida por seu Zé Pepino (http://youtu.be/whq7MzzJpt0), assim como a do Sr.Claudemir (http://www.youtube.com/watch?v=3AQMfVNSSk0) , nos leva a pensar que são pessoas vizinhas devido a semelhança dos problemas comuns. Mas acredito que nem devem se conhecer. A semelhança dos problemas vividos por eles, porém, não é mera coincidência. Coincidência existe somente no modo pernicioso de atuação da Anglo American na instalação do Projeto Minas-Rio. Projeto este, calcado em diversas violações de direitos fundamentais. Violação do direito à propriedade, violação ao direito de ir e vir, violação ao direito do uso da água, entre outros. Desde o início da implantação deste empreendimento, ele tem destruído e segregado vida de várias pessoas levando algumas a um verdadeiro desespero e todas à falta de esperança. Uma verdadeira degradação sócio-ambiental. E apesar disso tudo, a empresa faz uma falsa propaganda dizendo ser um empreendimento sustentável. E o Estado assiste a tudo isto passivo? Não. Pelo contrário impulsiona, articula e encoberta toda uma operação fraudulenta e desumana de um licenciamento totalmente viciado. O mesmo Estado que deveria estar protegendo os cidadãos, os abandona, e se entrega a um fisiologismo perdulario e extremamente nocivo e contrário ao bem viver. Como pode o estado de Minas Gerais aceitar e encobrir tamanhas violações de direitos? Em prol de que? Ou de quem? Quem realmente ganhou e está ganhando com a implantação desde empreendimento que se mostra cada dia mais danoso e insustentável? Onde está o Estado para garantir a lei e proteger seus cidadãos? O ônus do Projeto Minas-Rio, já sabemos com quem está. Com quem estará o bônus até então anunciado?

Lúcio Guerra Júnior disse...

Deborah,
O Projeto Minas-Rio, um empreendimento que se mostrou totalmente inviável para a região desde a sua concepção, revela hoje, mesmo muito antes de entrar em operação, toda sua face perversa e insustentável. Os relatos descritos, a realidade vivida por seu Zé Pepino (http://youtu.be/whq7MzzJpt0), assim como a do Sr.Claudemir (http://www.youtube.com/watch?v=3AQMfVNSSk0) , nos leva a pensar que são pessoas vizinhas devido a semelhança dos problemas comuns. Mas acredito que nem devem se conhecer. A semelhança dos problemas vividos por eles, porém, não é mera coincidência. Coincidência existe somente no modo pernicioso de atuação da Anglo American na instalação do Projeto Minas-Rio. Projeto este, calcado em diversas violações de direitos fundamentais. Violação do direito à propriedade, violação ao direito de ir e vir, violação ao direito do uso da água, entre outros. Desde o início da implantação deste empreendimento, ele tem destruído e segregado vida de várias pessoas levando algumas a um verdadeiro desespero e todas à falta de esperança. Uma verdadeira degradação sócio-ambiental. E apesar disso tudo, a empresa faz uma falsa propaganda dizendo ser um empreendimento sustentável. E o Estado assiste a tudo isto passivo? Não. Pelo contrário impulsiona, articula e encoberta toda uma operação fraudulenta e desumana de um licenciamento totalmente viciado. O mesmo Estado que deveria estar protegendo os cidadãos, os abandona, e se entrega a um fisiologismo perdulario e extremamente nocivo e contrário ao bem viver. Como pode o estado de Minas Gerais aceitar e encobrir tamanhas violações de direitos? Em prol de que? Ou de quem? Quem realmente ganhou e está ganhando com a implantação desde empreendimento que se mostra cada dia mais danoso e insustentável? Onde está o Estado para garantir a lei e proteger seus cidadãos? O ônus do Projeto Minas-Rio, já sabemos com quem está. Com quem estará o bônus até então anunciado?