sábado, 15 de agosto de 2009

Veja os bastidores do Prosa de Mulher que teve como tema " Educação e a gripe suína nas escolas"



O Prosa de Mulher deste sábado teve como tema "Educação de nossos filhos e a prevenção da gripe suína nas escolas".

Participaram do programa as seguintes convidadas:

DILMA DUTRA BORGES DE CASTRO, pedagoga com especialização em psicopedagogia, mestranda do curso de Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local e professora da Universo- Universidade Salgado Oliveira.

MÁRCIA NOGUEIRA AMORIM, bióloga, mestre em Epidemiologia, ex- servidora das prefeituras de Betim e Santa Luzia, onde trabalhou na vigilância epidemiológica. Atualmente é professora de Epidemiologia e Bioestatística do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix e coordenadora do Núcleo de Biociências.

ROSÉLIA ASSIS DE AZEVEDO RIBEIRO, pedagoga com pós-graduação em Psicologia Educacional e mestrado em Pesquisa em Educação. Atualmente é a Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil do Colégio Padre Eustáquio.

ROSA VANI PEREIRA , pedagoga e gerente de Articulação da Política Pedagógica da Secretaria de Educação de Belo Horizonte.

Agradeço todas as convidadas pela participação e pelo bate-papo tão enriquecedor e importante. Foi ótimo tê-las comigo no Prosa de Mulher!

Veja agora os bastidores do programa:




Dilma Dutra-Pedagoga e professora da Universo-Universidade Salgado Oliveira.

Rosélia Ribeiro-Pedagoga, coordenadora pedagógica da educação infantil do Colégio Padre Eustáquio.

Márcia Amorim-epidemiologista, professora de epidemiologia e bioestatística do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix e coordenadora do Núcleo de Biociências.


Rosa Vani Pereira-pedagoga e gerente de Articulação da Política Pedagógica da Secretaria de Educação de Belo Horizonte

2 comentários:

JOSÉ FRANCISCO DE SOUZA disse...

http://poetazedelola.blogspot.com

POETA ZE DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN

POESIA:

O CORNO ZÉ:
I
O Zé era um cara bravo
E fazia juramento
Dizia se eu levar chifre
Fico um corno violento
Viro uma fera do cão
Saio andando com facão
Cortando até o vento.
II
Dizia para a mulher
Se um dia eu for iludido
Ti dou um tiro de doze
Prometo virar bandido
Pois eu viro uma serpente
Mato até um inocente
Se por ti eu for traído.
III
Um dia sua mulher
Sem fazer caso da vida
Pra ela tanto fazia
Já estava decidida
Gritou chega boião Zé
Venha tomar o teu café
Tu hoje mudas de vida.
IV
O Zé logo perguntou
Acertei na loteria?
Ela respondeu que nada
Acertou na chifraria
Você agora é um corno
E chifre é o seu adorno
Era o que você queria.
V
O corno Zé começou
A chorar como menino
Dizia tanto que rezo
Pra nosso Senhor Divino
Aconteceu isso comigo
Será que foi um castigo
Ou foi coisa do destino?





VI
A mulher quando percebeu
Que o Zé tava chorando
Disse sabe duma coisa
Este corno ta blefando
Onde ta o Zé durão
Mais bravo que Lampião
Que vivia ameaçando?
VII
Olhando para a mulher
O corno Zé disse assim
Esse foi um grande presente
Que Deus mandou para mim
Meu amor minha querida
Você é a minha vida
E eu sou o seu cornim
VIII
A mulher enfurecida
Dizia corno danado
Você falava em matar
Se um dia fosse chifrado
Você lá mata ninguém
Corno não vale um vintém
É tudo cabra safado.
VX
Daquele dia pra cá
A vida do Zé mudou
Até o seu tom de voz
Seus chifres a modificou
Só falava bem baixinho
Chamava a mulher mozinho
Minha linda minha flor.
X
A mulher disse que bom
A gente chifrar o marido
O Zé com um par de chifre
Ficou muito divertido
Tem vez que parece um santo
Outra hora pula tanto
Que parece o boi bandido.








XI
E mesmo assim a mulher
Deixou Zé abandonado
Quando ele passa na rua
O povo diz a coitado
Desprezado da mulher
Nenhuma outra lhe quer
Ele vai virar veado.
XII
A vida de corno é assim
Todos tiram uma casquinha
Uns já são cornos e não sabem
E outro nem advinha
É chifre pra todo lado
Todo corno enganado
Chama a mulher de santinha.
XIII
E para finalizar
Eu quero dá um conselho
Antes de rir de um corno
Olhe logo num espelho
Será que você não tem
Um par de chifre também?
Touro do chifre vermelho

JOSÉ FRANCISCO DE SOUZA disse...

HTTP://poetazedelol.blogspot.com

POETA ZÉ DE LOLA: CIDADE: EQUADOR RN.

POESIA:
CONVERSANDO COM OS PÁSSAROS.

I
Mim diga o motivo
Conseqüência ou razão
Algum crime eu pratiquei?
Ou serei algum ladrão?
Se não sou um delinquente
Mim diga aí seu demente
Por que estou na prisão?
II
Existem organizações
Pra cuidar dos animais,
Mas permite uma licença
Veja só o que se faz
Você paga um tostão
O bicho vai pra prisão
Não se solta nunca mais.
III
Não há motivo qualquer
Que possa justificar
Tirar nossa liberdade
Que a natureza nos dá
É uma grande covardia
Praticada dia a dia
Quando isso vai parar?
IV
Ninguém por preço nenhum
Quer que viver engaiolado
Até mesmo um criminoso
Contrata um advogado
Pra fazer sua defesa
E às vezes com sutileza
Ele solta um culpado.
V
“Coloque-se” em nosso lugar
Use sua consciência
Fique preso numa gaiola
Faça uma experiência
Pra burrice tem limite
Por que você não admite
Essa sua incoerência?
VI
O pássaro vive feliz
Em seu habitat natural
Os homens ignorantes
Que gostam de fazer mal
Tira sua liberdade
E esta imbecilidade
Eles acham que é normal.
VII
Se eu fosse funcionário
Da defesa ambiental
Ficaria muito triste
Por ver como é natural
O crime que é praticado
Como está sendo depredado
O nosso reino animal.
VIII
Oh! Como seria bom
Que o homem se ligasse
Respeitasse a diferença
Que existe em outra classe
Depredar a natureza
É uma indelicadeza
Seria bom que mudasse